A discussão de Paulo sobre o amor é com referência ao amor ágape, que é o amor cristão puro e sincero. Ele exorta os cristãos a viver em amor mútuo que une, que olha além de faltas e pecados, reconciliando relacionamentos partidos no Corpo de Cristo. Paulo encoraja o amor na comunhão do Corpo, o qual deve ser visto como o amor em uma família. Aqueles crentes no corpo de Cristo são irmãos e irmãs onde o amor sincero, simpatia e honra são refletidos no corpo um em direção ao outro. Da mesma maneira esse amor, respeito e simpatia devem ser refletido na comunhão dos crentes na igreja. Para Paulo isto foi necessário para a comunidade viver em amor, paz e harmonia. Colocar de lado as diferenças, quer sejam judeus ou gentios, para fortalecer a vida comunitária do corpo de Cristo através do amor que apaga as diferenças. O amor deve ser sincero, sem hipocrisia. Entretanto, ele só pode ser genuíno se for fundamentado em Cristo.
Quando o amor é genuíno e sincero, ele supera qualquer atitude negativa proposta pelo mal no corpo de Cristo e que destrói a unidade. De acordo com Paulo, cristãos que são devotos a Jesus Cristo em fé devem ser dedicados uns aos outros como irmãos e irmãs.
É nessa intimidade do amor que nós encontramos nosso Senhor comum. O mesmo Senhor nos dá a graça de viver, como Paulo nos exorta, no dom libertador de Jesus Cristo nosso Senhor através de seu Espírito sempre presente.
Reflexão:
O resultado de nossa unidade cristã originou-se em Cristo. Cristo fez isso através da obra redentora da salvação. Ele derrubou as barreiras das diferentes raças, cultura, tradições e línguas; barreiras entre ricos e pobres, mulheres e homens, solitários e rejeitados, doentes, refugiados e prostitutas, etc. A Igreja é, portanto chamada a existir para os outros à medida que exemplifica a unidade de Cristo, aqui e agora. Ao mesmo tempo ela deve refletir o amor de Cristo em termos práticos na direção daqueles que são desafortunados e manifestar-se contra as injustiças e corrupção na sociedade.
Por manifestar-se contra o mal na sociedade, a Igreja mostra-se preocupada em que a justiça de Deus prevaleça.
Quando todos os membros do corpo permanecem em unidade para promover a justiça de Deus, perdão, reconciliação, paz e harmonia na sociedade, os preceitos de Deus serão mais uma vez restabelecidos nos corações do homem e, portanto isso será visível nas atitudes dos membros no corpo de Cristo, a Igreja. Isso fará com que a existência nesta vida seja mais gloriosa e agradável.
Quando o amor é genuíno e sincero, ele supera qualquer atitude negativa proposta pelo mal no corpo de Cristo e que destrói a unidade. De acordo com Paulo, cristãos que são devotos a Jesus Cristo em fé devem ser dedicados uns aos outros como irmãos e irmãs.
É nessa intimidade do amor que nós encontramos nosso Senhor comum. O mesmo Senhor nos dá a graça de viver, como Paulo nos exorta, no dom libertador de Jesus Cristo nosso Senhor através de seu Espírito sempre presente.
Reflexão:
O resultado de nossa unidade cristã originou-se em Cristo. Cristo fez isso através da obra redentora da salvação. Ele derrubou as barreiras das diferentes raças, cultura, tradições e línguas; barreiras entre ricos e pobres, mulheres e homens, solitários e rejeitados, doentes, refugiados e prostitutas, etc. A Igreja é, portanto chamada a existir para os outros à medida que exemplifica a unidade de Cristo, aqui e agora. Ao mesmo tempo ela deve refletir o amor de Cristo em termos práticos na direção daqueles que são desafortunados e manifestar-se contra as injustiças e corrupção na sociedade.
Por manifestar-se contra o mal na sociedade, a Igreja mostra-se preocupada em que a justiça de Deus prevaleça.
Quando todos os membros do corpo permanecem em unidade para promover a justiça de Deus, perdão, reconciliação, paz e harmonia na sociedade, os preceitos de Deus serão mais uma vez restabelecidos nos corações do homem e, portanto isso será visível nas atitudes dos membros no corpo de Cristo, a Igreja. Isso fará com que a existência nesta vida seja mais gloriosa e agradável.
Em fim para enriquecermo ainda mais essa reflexão nos fazemos devemos nos fazer as seguintes perguntas:
- Podemos nos cristãos que formam o corpo de Cristo tornar-se visíveis no mundo de hoje?
- Será que estamos aptos a identificar em nosso contexto diario,situaçoes que precisam do amor,da cura,do conforto e do cuidado de Deus?
- Quais estratégias podemos usar para alcançar e ajudar pessoas que estão,socialmente,fisicamente,mentalmente e espiritualmente em necessidades?
- Como podemos nos,os membros do corpo de Cristo Jesus experimentar do amor e da graça de Deus e passar isso aos outro?
Fica essa reflexão a todos que dizem amar,ao próximo de todo o coração como,a sí mesmo.Como o próprio Jesus,porém não amam o proximo com total entrega como o Mestre.
Deus abençoe a todos,e vamos sím exalar e pregar o verdadeiro Amor.Que é o amor de Cristo.
Amém!
Texto: Daniela Merquis
Adaptação: Lidiane Silva

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